um telescópio mundial
Os laboratórios da Microsoft trazem-nos mais uma maravilha que podemos usar na escola e em casa. O WorldWide Telescope . O WorldWide Telescope é uma ferramenta de visualização ao estilo web 2.0 que transforma os nossos computadores num telescópio virtual. Para isso, o software disponível neste sítio disponibiliza-nos o acesso a um conjunto incontável de imagens do espaço, cortesia da NASA. Possui a, já habitual, limitação da língua inglesa, contudo a qualidade dos recursos compensa a visita. Uma interessante alternativa ao Google Sky (agora disponível em qualquer navegardor) ou ao Stellarium .
Eis algumas das causa do abandono escolar:
ResponderEliminarA verdade é que a escolaridade básica, aquela que todos os portugueses devem obter, tem demasiados anos. Para quê? A única vantagem que vejo é a de arranjar emprego para mais alguns milhares de professores (lá se vai o esforço para equilibrar as contas do orçamento) e reduzir a taxa de desemprego, porque: enquanto os jovens estão na escola não constam nas estatísticas de desemprego
Se a escolaridade básica é de 11 ou 12 anos, isso quer dizer que para se ser varredor de ruas, carregador, calceteiro, carteiro, distribuidor de publicidade, distribuidor de bilhas de gás, pedreiro, canalizador, arrumador de automóveis no barco que atravessa o rio, enfim, todos têm que se ter esses anos todos de escola.
Todos sabemos que as crianças não são todas iguais: o coeficiente de inteligência é muito variável e quando a escolaridade obrigatória era de 4 anos, havia crianças que muito a custo conseguiam concluir esses 4 anos com sucesso; outras nem isso eram capazes, infelizmente.
Agora para que todas os jovens consigam concluir com sucesso 11 ou 12 anos de escolaridade básica só há uma solução: baixar drasticamente o nível de exigência no ensino sob pena de muitos não conseguirem completar a escolaridade básica, e ficarem sem acesso até aos mais modestos empregos: apenas lhes restará a marginalidade e, eventualmente, a criminalidade.
Por outro lado, baixando-se o nível de exigência na escola retira-se crédito ao ensino português. Assim, própria entidade empregadora fica no futuro sem saber qual candidato escolher para o emprego que tem para oferecer, porque todos irão exibir o 11.º ou 12.º anos, porém, uns são mais e outros menos aptos. Lá terá que ser a Empresa a fazer o exame e a determinar a verdadeira aptidão dos candidatos. Não é isso que já hoje acontece?
Do mesmo modo, as Universidades terão que aferir os conhecimentos dos candidatos para ver se poderão ou não ser aceites. Não é isso que também já hoje acontece?
O número de anos de escola, embora possa ajudar, não é a única via para o sucesso, apesar de poder ajudar. Conheço pessoas com a antiga 4.ª classe que tiveram e têm (porque ainda por cá andam) muito sucesso na sua vida profissional. Alguns deles dão até emprego a outros com habilitações muito superiores às suas; Por outro lado há muitos licenciados que não encontram um emprego que os torne independentes dos pais.
Zé da Burra o Alentejano
Correcção:
ResponderEliminarNão se escreve "coeficiente de inteligências", mas "queficiente de inteligência", também conhecido por Q.I.